Saúde em blog » Rockbicho.org https://rockbicho.org/category/saude/ Adotar é o bicho! Sat, 14 Jun 2025 01:58:07 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.5.10 https://rockbicho.org/wp-content/uploads/2022/06/cropped-rockbicho-8-scaled-1-32x32.jpg Saúde em blog » Rockbicho.org https://rockbicho.org/category/saude/ 32 32 Kit de primeiros socorros pet: o que deve ter? https://rockbicho.org/kit-de-primeiros-socorros-pet-o-que-deve-ter/ Mon, 06 Jun 2016 05:23:34 +0000 https://rockbicho.org/2016/06/06/kit-de-primeiros-socorros-pet-o-que-deve-ter/ Em nosso dia a dia, não costumamos pensar em coisas ruins e imprevistas como adoecer de forma inesperada, e isso também se aplica aos nossos animaizinhos. Por isso, nossos pensamentos passam longe de manter um kit de primeiros socorros caso nosso cachorro ou gato passe mal ou sofra algum acidente, não é? Mas isso não […]

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Em nosso dia a dia, não costumamos pensar em coisas ruins e imprevistas como adoecer de forma inesperada, e isso também se aplica aos nossos animaizinhos. Por isso, nossos pensamentos passam longe de manter um kit de primeiros socorros caso nosso cachorro ou gato passe mal ou sofra algum acidente, não é? Mas isso não pode acontecer! Nesses casos, é essencial ter alguns objetos que podem ajudar na solução do problema enquanto você leva o pet ao veterinário.

Não sabe nem por onde começar? Então vem que damos uma ajuda:

 

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1) Telefone do veterinário de confiança: vale lembrar que, em qualquer sinal de que seu pet esteja mesmo passando mal, é importante para o médico imediatamente. Só ele poderá dizer com precisão o que está acontecendo e, por isso, é essencial colocar na agenda do telefone o número da clínica.

 

2) Informações importantes: carregue sempre a cartelinha de vacinação, além de dados como nome e número de telefone do dono, alergias do pet, medicamentos e dosagens, histórico médico, enfim, tudo que seja relevante para informar em uma consulta.

 

3) Gaze: é importante ter gaze pois nunca se sabe, não é? E o mesmo vale para os pets. Em caso de hemorragia externa, cortes, arranhões e mordidas, a gaze é usada para conter o sangramento até que o veterinário possa cuidar de forma mais adequada.

 

4) Tesoura: tesouras podem ser usadas para cortar panos, unhas, pelos, enfim, para facilitar algum procedimento de cirurgia ou cura do animal.

 

5) Fita esparadrapo: pode ser usada para fixar ataduras. Seu uso é exclusivamente médico / hospitalar.

 

6) Toalha: a toalha tem mil utilidades e, por isso, é sempre bom carregar uma limpa e seca dentro do kit.

 

7) Conta-gotas: pode ajudar na hora de dar medicamento oral ao pet.

 

8) Pinça: caso tenha que tirar alguma sujeira ou objeto dentro de uma ferida no animal, a pinça será utilizada para sua retirada. O ideal é que se espere os procedimentos veterinários, okay?

 

9) Algodão: esse é um item básico que todo kit de primeiros socorros deve ter. Também tem mil utilidades e, por isso, deve ser mantido sempre em grandes quantidades dentro do kit.

 

10) Cotonetes: assim como o algodão, cotonetes também podem ser utilizados em vários casos (principalmente higienização) e, por isso, merecem um lugar no kit.

 

11) Luva: você não vai mexer em sangue e feridas com as mãos nuas, certo? É importante ter luvas descartáveis para tratar de procedimentos desse porte.

 

12) Termômetro: o termômetro não poderia ficar de fora dessa lista. Saber a temperatura do animal é essencial para prosseguir com qualquer procedimento médico.

 

13) Bandagem autoaderente: a bandagem é um curativo que gruda em si, mas não na pelagem do animal. É ideal para cobrir feridas.

 

14) Pó hemostático: esse pó é ideal para estancar hemorragias. Mas não se esqueça: é importante levar o pet ao veterinário de qualquer forma, certo?

 

15) Solução de Iodopovidona: solução utilizada para a desinfecção de pequenos ferimentos e para preparar a pele antes de uma cirurgia.

 

16) Seringa sem agulha: utilizada para aplicação de remédios de forma oral.

 

17) Pomada estéril: utilizada para proteger a regeneração dos tecidos lesados pelo ferimento.

 

18) Pomada antibiótica: utilizada para tratamento de infecções cutâneas.

 

Gostou das dicas? Tem mais alguma sugestão? Conte para a gente!

Até a próxima!

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Entenda por que seu cachorro gosta de comer grama https://rockbicho.org/entenda-por-que-seu-cachorro-gosta-de-comer-grama/ Wed, 01 Jun 2016 05:20:22 +0000 https://rockbicho.org/2016/06/01/entenda-por-que-seu-cachorro-gosta-de-comer-grama/ É claro que seu cachorro não é uma vaca, mas por que então gosta tanto de comer grama?  Você sempre se pergunta: será fome? Está doente? O ato do cachorro comer grama é bastante comum nos caninos. Mas por que isso acontece? Veja a seguir alguns dos principais mitos e motivos neste gráfico cortesia do site […]

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É claro que seu cachorro não é uma vaca, mas por que então gosta tanto de comer grama?  Você sempre se pergunta: será fome? Está doente? O ato do cachorro comer grama é bastante comum nos caninos. Mas por que isso acontece? Veja a seguir alguns dos principais mitos e motivos neste gráfico cortesia do site Como Treinar Um Cão:

 

Até a próxima!

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O ano novo está chegando! https://rockbicho.org/o-ano-novo-esta-chegando/ Wed, 16 Dec 2015 01:19:00 +0000 https://rockbicho.org/2015/12/15/o-ano-novo-esta-chegando/ É sempre assim. Entra ano, sai ano, e o problema que vem com os fogos de artifício continua: como controlar o cãozinho na hora da comemoração? Pois é. O que acontece é que muitos cães morrem de medo do barulho dos fogos e começam a tremer muito e se esconder em tudo quanto é lugar. […]

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É sempre assim. Entra ano, sai ano, e o problema que vem com os fogos de artifício continua: como controlar o cãozinho na hora da comemoração?

Pois é. O que acontece é que muitos cães morrem de medo do barulho dos fogos e começam a tremer muito e se esconder em tudo quanto é lugar. Por isso, resolvemos dar algumas dicas para aliviar o sofrimento dos nossos melhores amigos.

 

> Primeiramente, é importante conversar com um adestrador sobre o problema e tentar resolvê-lo para que o animal não sofra tanto. Isso aliviará o susto que ele sente.

> É importante que o pet sinta que os fogos não são perigosos. Por isso, na hora dos fogos, dê brinquedos e tente diverti-lo, para que ele associe o barulho a algo positivo. Não faça carinho ou o abrace, isso só vai piorar a situação e incentivar o medo, ok? Fique calmo e demonstre controle e segurança para o cãozinho.

> Tente abafar o barulho fechando todas as janelas e portas e deixe a TV ou o rádio ligado. É válido também colocar um algodão em seu ouvido.

> Cães costumam se esconder nessas horas. Portanto, é importante, novamente, deixar todas as portas e janelas fechadas e colocar no animal uma guia com placa de identificação. Prepare um local em que ele possa ficar nesses casos.

> Não deixe seu cãozinho sozinho em casa nos dias de fogos e não saia com ele para passear de forma alguma. Além disso, jamais o castigue por chorar e latir. Além de ser uma agressão, o cachorrinho ficaria ainda mais assustado.

> Sabe a dica do pano amarrado no corpo do animal que estava circulando na internet? É mito. De acordo com um veterinário especialista entrevistado pelo R7, o resultado é melhor para o dono, que não vê a agonia do bichinho.

 

Siga essas dicas e seu cãozinho se sentirá mais acolhido e tranquilo, ok?

Até a próxima!

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Meu pet está gordinho. E agora? https://rockbicho.org/meu-pet-esta-gordinho-e-agora/ Sat, 18 Apr 2015 07:22:56 +0000 https://rockbicho.org/2015/04/18/meu-pet-esta-gordinho-e-agora/ Se tem uma coisa que devemos sempre prestar atenção, é na saúde do nosso pet. Senão, o nosso animalzinho pode ficar muito magro ou obeso. A segunda consequência ocorre principalmente porque os donos deixam comida à vontade o dia inteiro, sem saber que isso é errado. Veja o que fazer para resolver o problema:   […]

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Se tem uma coisa que devemos sempre prestar atenção, é na saúde do nosso pet. Senão, o nosso animalzinho pode ficar muito magro ou obeso. A segunda consequência ocorre principalmente porque os donos deixam comida à vontade o dia inteiro, sem saber que isso é errado. Veja o que fazer para resolver o problema:

 

> Primeiramente, é importante que você saiba que a ração não deve ser colocada o dia inteiro. Assim como nós, cães e gatos devem ter um horário certo de refeição e devem comer apenas três vezes ao dia, com água à vontade. Isso evita a obesidade e, assim, muitos problemas, como tumores, diabetes, infecções, entre outros.

> Agora é o momento de entrar em uma dieta! Existem rações light exclusivas para pets gordinhos. Elas ajudam a emagrecer e a tornar seu bichinho mais saudável. Quando for comprá-la, procure um especialista que dirá qual é a ração adequada para seu amigo.

> Assim como nós, cães e gatos também podem fazer caminhada e correr para emagrecer e melhorar a disposição do corpo. Que tal levar seu amigo para caminhar junto com você pelo bairro por meia horinha? Ah, não se esqueça de levar a água e a sacolinha para recolher dejetos!

> Uma outra opção também pode ser a natação, principalmente para cães, já que adoram água. A natação pode reduzir em até 70% o peso do animal! Eles vão se divertir e emagrecer ao mesmo tempo.

> Sempre deixe à disposição do seu amigo brinquedinhos para que ele se divirta e se exercite. Enquanto estiver brincando com uma bolinha, por exemplo, nem perceberá que está queimando calorias.

 

Estas são algumas dicas simples que podem ajudar na saúde do seu cãozinho ou gatinho. Lembre-se que este é um problema sério e que deve ser resolvido com orientações de um veterinário. Até a próxima!

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Leishmaniose tem tratamento, mas medicamento é proibido no Brasil https://rockbicho.org/leishmaniose-tem-tratamento-mas-medicamento-e-proibido-no-brasil/ Wed, 15 Apr 2015 00:36:07 +0000 https://rockbicho.org/2015/04/14/leishmaniose-tem-tratamento-mas-medicamento-e-proibido-no-brasil/ O médico veterinário Leonardo Maciel é um dos precursores do tratamento para a leishmaniose no Brasil Apesar de o tratamento para a leishmaniose visceral canina ser permitido na Europa e em vários outros país do mundo, no Brasil, a discussão é antiga, e provoca polêmicas. Segundo a liminar Nº 677, expedida em outubro de 2013, […]

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O médico veterinário Leonardo Maciel é um dos precursores do tratamento para a leishmaniose no Brasil

Apesar de o tratamento para a leishmaniose visceral canina ser permitido na Europa e em vários outros país do mundo, no Brasil, a discussão é antiga, e provoca polêmicas. Segundo a liminar Nº 677, expedida em outubro de 2013, pelo Supremo Tribunal Federal, os proprietários de cães infectados pela doença têm o direito de tratá-los. No entanto, uma portaria do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), diz que o procedimento não pode ser feito com medicamento humano, nem com produto importado. Essas são as únicas formas de cuidar do animal doente.  “Esses medicamentos não estão disponíveis no país. E não podem ser importados por não serem registrados no MAPA. Portanto, a portaria é totalmente contraditória”, explica o advogado Arildo Carneiro Junior, da ACJ dvocacia e Consultoria Jurídica.

Diante de tantas controvérsias, em janeiro de 2013, o Tribunal Regional Federal da 3ª Região negou a vigência da portaria do MAPA, em resposta a uma ação movida pela ONG Abrigo dos Bichos, do Mato Grosso do Sul. “Com esse entendimento do tribunal, o tratamento pode ser feito através de autorização judicial, já que há precedentes”, explica o advogado. Segundo ele, a maior conquista, no entanto, é que os animais contaminados não podem mais ser recolhidos e sacrificados pelos centros de controle de zoonoses das cidades. “Desde que o proprietário tenha interesse em tratar o animal, ele tem o direito de buscar todos os recursos para fazê-lo”.

O que muitos desconhecem é que os verdadeiros vilões da doença, que afeta tanto humanos quanto animais, não são os cães, mas sim, o mosquito-palha. De difícil combate, ele se reproduz em locais onde existe abundância de material orgânico, como folhas, frutos, fezes de animais, entulhos e lixo. Além disso, ele é hemofágico, e se alimenta do sangue de humanos e animais, incluindo galinha, porco e cavalo. A doença também é transmitida de humano para humano. Para isto, basta que o mosquito infecte alguém e, em seguida, pique outra pessoa.

Proibido no Brasil, o medicamento Glucantime, produzido na França, traz impresso em seu verso a informação de que é destinado ao tratamento de leishmaniose canina.
Proibido no Brasil, o medicamento Glucantime, produzido na França, traz impresso em seu verso a informação de que é destinado ao tratamento de leishmaniose canina.

No Brasil, a grande discussão, no entanto, gira em torno do sacrífico dos cães infectados e não exatamente do combate efetivo ao vetor. “Os cães são o reservatório para que a infecção se perpetue e, mesmo após o tratamento, continuam sendo fonte de transmissão”, diz o médico epidemiologista Unaí Tupinambás. Em contrapartida, a eutanásia é contestada por especialistas que garantem que a matança de cães não diminui o índice de contágio da leishmaniose. E afirmam que, dos 88 países do mundo onde a doença é endêmica, o Brasil é o único que utiliza a morte dos cães como instrumento de saúde pública.

“A leishmaniose visceral tem controle, tem tratamento eficaz e, portanto, não é necessário fazer a eutanásia do animal, exceto em casos específicos”, explica o veterinário Leonardo Maciel, da clínica Animal Center. Precursor do tratamento da leishmaniose visceral canina em Belo Horizonte, há 20 anos o médico estuda a enfermidade e garante que a campanha feita pelo poder público incentivando o sacrifício dos cães contaminados, como forma de controlar a endemia, surtiu efeito contrário. “O tiro saiu pela culatra. A campanha foi totalmente ineficaz e provocou pânico na população. Hoje, nossa cidade é uma das que mais sofrem com a doença no Brasil. Isso porque inúmeros animais foram abandonados nas ruas, sendo contaminados e se tornando transmissores, e, ao mesmo tempo, se reproduzindo”.

Como o vetor da doença permanece presente nos ambientes não dedetizados, os novos cães adquiridos para suprir a falta dos que foram perdidos acabam sendo contaminados, e, consequentemente sacrificados ou abandonados. “Definitivamente, o problema da leishmaniose não é o cão, e sim o mosquito”, afirma Maciel.

Enquanto a importação de medicamentos veterinários como o Glucantime – indicado para o tratamento da leishmaniose canina – não é liberada, os proprietários seguem fazendo de tudo para salvar seus animais de estimação.  “A doença é um tabu que precisa ser quebrado. Se é para combater algo, vamos combater sua origem, que é o mosquito-palha”, diz a empresária Márcia Resende Carvalho. Em 2003, a empresária comprou uma briga com o poder público para poder tratar o poodle Nicolau. “Lutei muito para que ele não fosse sacrificado, e consegui. Ele viveu bem por muitos anos até falecer por outros motivos. Temos o direito de tratar nossos animais”.

A empresária Márcia Resende Carvalho enfrentou as autoridades para tratar um animal, que viveu mais tempo que o previsto.
A empresária Márcia Resende Carvalho enfrentou as autoridades para tratar um animal, que viveu mais tempo que o previsto.

Fique por dentro

  • Leishmaniose – também conhecida como calazar, a contaminação em seres humanos e animais ocorre através da picada da fêmea do mosquito Lutzomyialongipalpis, mais conhecido como mosquito-palha ou birigui
  • Sintomas no ser humano – febre prolongada, perda de peso, falta de apetite e aumento do fígado e baço. Se não tratada a tempo, a leishmaniose visceral tem alto índice de mortalidade em pacientes imunodeficientes portadores de doenças crônicas
  • Sintomas no cão – lesões de pele, perda de peso, descamações, crescimento exagerado das unhas e dificuldade de locomoção. No estágio avançado, o mal atinge fígado, baço e rins, levando o animal ao óbito

Prevenção

  • Fazer a retirada de qualquer tipo de material orgânico como folhas, fezes de animais, entulhos e lixo, onde o mosquito possa se reproduzir. A borrifação química é fundamental em áreas endêmicas
  • Uso de repelentes, coleira própria contra a leishmaniose, vacina específica, higienização do animal e do ambiente
  • A vacina Leishmune, aliada a outros métodos preventivos, reduz a chance de contaminação do animal e enfraquece o protozoário em cães já contaminados, diminuindo a chance de transmissão

Tratamento

O custo médio do tratamento é de R$ 1 mil, variando de acordo com o peso do animal. Inclui sessões de quimioterapia, feita por meio de medicação venal aplicada através de soro, e medicação oral. Exige o comprometimento do proprietário em seguir as orientações veterinárias à risca, com realização de checape periódico e manutenção de alimentação específica com baixo teor de proteína.

 

Fonte: Revista Encontro

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As principais vacinas de cães e gatos https://rockbicho.org/as-principais-vacinas-de-caes-e-gatos/ Sat, 14 Mar 2015 22:49:15 +0000 https://rockbicho.org/2015/03/14/as-principais-vacinas-de-caes-e-gatos/ Quem tem um animalzinho em casa, seja ele gato ou cachorro, sabe que, assim como as nossas vacinas, as deles devem ser regradas e controladas. Porém, com a correria do dia-a-dia, é fácil se esquecer deste detalhe, não é? Portanto, resolvemos dar uma pequena ajuda para que você se lembre de tudo. Anote aí:   […]

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Quem tem um animalzinho em casa, seja ele gato ou cachorro, sabe que, assim como as nossas vacinas, as deles devem ser regradas e controladas. Porém, com a correria do dia-a-dia, é fácil se esquecer deste detalhe, não é? Portanto, resolvemos dar uma pequena ajuda para que você se lembre de tudo. Anote aí:

 

Cães

São três as vacinas indispensáveis para os cães: a óctupla, a antirrábica e a contra giardíase.

Vacina óctupla: Esta vacina previne muitas doenças, como a Cinomose, Coronavirose, Hepatite (Adenovirose I), Adenovirose II, Leptospirose, Parvovirose e Parainfluenza. Sua primeira dose deve ser tomada quando o cãozinho completar dois meses de vida, a segunda com três meses e a terceira com quatro meses. Depois disso, quando o cãozinho tiver 14 meses de vida, ele deve tomar outra e, depois disso, anualmente.

Vacina antirrábica: Esta vacina também é conhecida como “vacina contra raiva”. Ela é obrigatória por lei (o governo disponibiliza gratuitamente em uma certa época do ano) e deve ser tomada anualmente para a prevenção da doença. Sua primeira dose acontece uma semana após a terceira dose da vacina óctupla.

Vacina contra giardíase: Como o próprio nome já diz, esta vacina previne o parasita giárdia. Embora não seja obrigatória, é muito importante e a primeira dose já pode ser aplicada após dois meses de vida do cãozinho, sendo a segunda aplicada 30 dias depois da primeira.

 

Gatos

Para os gatos, são duas as vacinas indispensáveis: a quíntupla e a antirrábica.

Vacina quíntupla: A vacina quíntupla felina, assim como a canina, previne várias doenças, como a Rinotraqueíte Viral, Calicivirose, Panleucopenia, Clamidiose e até Leucemia. Ela também é aplicada em três doses: a primeira quando o gatinho tiver dois meses, a segunda com três meses e a terceira com quatro meses. Depois disso, quando o cãozinho tiver 14 meses de vida, ele deve tomar outra e, depois disso, anualmente.

Vacina antirrábica: É a mesma “vacina contra raiva” tomada por cães. Ela é obrigatória por lei (o governo disponibiliza gratuitamente em uma certa época do ano) e deve ser tomada anualmente para a prevenção da doença.

 

Atenção!

> É importante que você preste atenção na saúde de seu bichinho. Para que ele possa ser vacinado com segurança, deve estar saudável e sem parasitas.

> Até que o ciclo de vacinação esteja completo, evite que seu animalzinho entre em contato com outro. Ele só estará 100% imune 15 dias após a aplicação da última dose.

 

Com estas dicas, agora ficou fácil programar a vacinação do seu melhor amigo!

Até a próxima!

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